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23/10/2019 | 23:18 - Brasil / Política

BRA. Eduardo Bolsonaro desiste de ser embaixador nos EUA

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"Foi uma decisão que eu estava pensando há muito tempo. [...] Não foi esse [a liderança do partido] o fator determinante para minha desistência de ser embaixador", disse Eduardo a jornalistas ao comentar a desistência. "Tem a questão do meu eleitorado. Confesso, não era a maioria que estava apoiando ali", acrescentou.

 

Depois de ser confirmado como líder do PSL na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) desistiu da indicação para ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos. O filho do presidente Jair Bolsonaro alegou que já pensava há tempos na decisão e negou que a vitória na disputa pela liderança do partido na Câmara tenha influenciado sua desistência.

"Foi uma decisão que eu estava pensando há muito tempo. [...] Não foi esse [a liderança do partido] o fator determinante para minha desistência de ser embaixador", disse Eduardo a jornalistas ao comentar a desistência. "Tem a questão do meu eleitorado. Confesso, não era a maioria que estava apoiando ali", acrescentou.

A desistência de Eduardo ocorre após o indicativo de que a indicaçãA jornalistas, o deputado justificou a desistência argumentando que no Brasil terá um papel "tão importante quanto ou talvez mais" do que na embaixada em Washington. Ele ressaltou que não desistiu do posto devido a um pedido do pai e alegou que, antes do anúncio, não sabia da intenção de Bolsonaro de indicá-lo para o cargo.

"Confesso que quando saiu o meu nome, quando fui indicado, eu fiquei até surpreso, não esperava que isso acontecesse. Num primeiro momento eu fiquei feliz sim, óbvio. Quem não se sente prestigiado para assumir esse posto?", afirmou Eduardo.

Em discurso no plenário da Câmara, Eduardo disse que permanece no Brasil para defender "princípios conservadores". Ele destacou que teria legitimidade para assumir o posto em Washington ao comparar sua indicação à do ex-senador e ex-deputado federal Tilden Santiago, então filiado ao PT, que foi nomeado ao cargo de embaixador em Cuba pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003.

"Embaixador é alguém que representa o Brasil no exterior, e se um político que não conseguiu se eleger for representar todo o conjunto dos brasileiros no exterior, o que dizer então sobre o deputado mais votado da história do país? Certamente não me faltaria legitimidade", ressaltou Eduardo.o dele ao posto de embaixador não obteria apoio suficiente no Senado. A Casa precisava dar o aval à indicação, após uma sabatina na qual o filho do presidente teria de provar que é capaz de exercer o cargo em Washington, embora não tenha experiência diplomática. Sem a garantia de apoio à sua nomeação, ele corria o risco de se tornar o pivô de uma amarga derrota para o presidente.Filho do presidente anuncia decisão após conquistar liderança do PSL na Câmara e em meio à incerteza sobre apoio de senadores à sua indicação à embaixada. Deputado diz que fica no Brasil para defender pauta conservadora. 

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