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13/07/2020 | 09:30 - Brasil / Política

Moro se esquiva sobre ser candidato à presidência em 2022: 'Prematuro'

Foto : Marcos Corrêa/PR

Ex-juiz federal evita comentar futuro político e diz que país tem 'longa travessia' até próxima eleição

 
Cotado como um dos candidatos presidenciáveis para as eleições de 2022, o ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro se esquivou sobre a possibilidade de concorrer à presidência da República após o primeiro mandato de Jair Bolsonaro (Sem partido). Em entrevista a Mário Kertész hoje (13), durante o Jornal da Bahia no Ar da Rádio Metrópole, o jurista afirmou que o país ainda tem "uma longa travessia" até o próximo pleito.
"Essa tem sido uma pergunta recorrente, até quando era ministro. Mas tenho repetido que temos um 2020 trágico na história do país. Mais de 70 mil vítimas da pandemia, com uma consequência econômica severa. Pessoas sem renda e sem emprego, empresas falindo. Vamos ter uma travessia até 2022 extremamente complexa. O país supera tudo, é uma democracia consolidada com um povo forte. Mas são momentos difíceis. Não é o momento de pensar nisso", disse Moro.
"Tem muita gente boa que pode ser candidato em 2022, se o presidente fizer um bom governo, retomar a agenda anticorrupção e começar a combater a pandemia, com o governo federal reconhecer que existe uma pandemia no país, melhorando o atendimento à parte econômica, o preside chega forte em 2022. Ninguém deseja o mal ao país. A gente quer que as coisas funcionem. Acho prematuro qualquer discussão sobre isso nesse momento trágico", afirmou o ex-juiz.

Para Moro, é necessário centralizar um discurso no intuito de um projeto em prol do país, sem extremismos. "Independentemente onde estarei em 2022, essa polarização no Brasil entre extrema-direita e extrema-esquerda, uma que quer controle social da mídia e a outra quer xingar jornalista, principalmente quando ela é mulher, é intolerável. Temos que fugir dessa polarização tola que contaminou a política brasileira. Temos que tratar todo mundo com respeito e consideração. Se é esquerda ou direita, vamos ouvir as ideias e construir um projeto de país sem entrar no terreno da ameaça e da ofensa pessoal, como dessa rede de ódio", afirmou o ex-juiz federal. 

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