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17/11/2020 | 22:10 - Brasil / Ciência

OMS lança estratégia global para eliminar câncer do colo do útero

Foto | OPAS

OMS: o câncer de colo de útero é uma das maiores ameaças para a saúde das mulheres

A Organização Mundial da Saúde apresentou nesta esta terça-feira (17) a Estratégia Global para Eliminar o Câncer Cervical, também conhecido como câncer do colo do útero: promover a vacinação, o rastreamento e o tratamento da doença.
Em nota divulgada em Genebra, a OMS defende que a implementação bem-sucedida dessas três etapas poderia reduzir mais de 40% dos novos casos e 5 milhões de mortes relacionadas à doença até 2050. Ela é a quarta doença cancerígena mais comum entre as mulheres em todo o mundo, apesar de ser evitável e curável quando detectado cedo e tratado de forma adequada.  
A OMS considerou a Estratégia Global um marco histórico: pela primeira vez, 194 países se comprometem em acabar com a doença após adoção de uma resolução na Assembleia Mundial da Saúde deste ano. 
As metas da Estratégia incluem que 90% das meninas sejam totalmente imunizadas com a vacina contra o HPV aos 15 anos de idade; 70% das mulheres sejam avaliadas por meio de um teste de alto desempenho primeiro aos 35 e depois aos 45 anos; e 90% das mulheres diagnosticadas com doença cervical recebam tratamento.
Para o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, eliminar qualquer câncer “seria como um sonho impossível”, mas agora existem ferramentas econômicas e comprovadas para isto. Ele lembrou que o mundo só pode acabar com o câncer cervical como um problema de saúde pública se combinar o poder das ferramentas já existentes “com determinação implacável para expandir o uso em nível global.”
A realidade da COVID-19 é um momento desafiador para o lançamento da Estratégia por conta das dificuldades com a interrupção dos serviços de vacinação, triagem e tratamento. Além disso, o fechamento de fronteiras reduziu a disponibilidade de suprimentos e muitas mulheres de áreas rurais não estão viajando para centros de referência para tratamento. 

O apelo feito aos países é que na medida do possível, “possam garantir que a vacinação, a triagem e o tratamento possam continuar com segurança, com todas as precauções necessárias.”

ONU 

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