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02/09/2020 | 13:20 - Brasil / Esporte

Professor de judô acusado de estuprar aluna indígena é condenado a ficar 3 anos afastado do esporte

Foto: Reprodução/G1

Documento pede suspensão de 30 dias de professor suspeito de estupro

 
Denúncia chegou ao conhecimento da federação da categoria em janeiro deste ano, que instaurou comissão em MS e falou da necessidade de uma "postura enérgica".
 
A Justiça desportiva condenou um professor de judô, de 31 anos, suspeito de estuprar uma atleta indígena, de 15 anos, em Dourados, na região sul do estado. A denúncia chegou ao conhecimento da Federação de Judô de Mato Grosso do Sul (FJMS) em janeiro deste ano, que instaurou uma comissão de investigação para o caso e divulgou a suspensão dele por três anos.
 
Conforme a federação da categoria, a infração ética e a confissão do professor necessitava de uma "postura enérgica" e que seguisse os critérios do regimento interno. Em março deste ano, quando já era investigado e havia sido suspenso por 30 dias, o professor chegou a participar de uma competição, em Campo Grande, deixando alguns pais revoltados.
 
Além do suspeito, que conversou com o G1 na época e ressaltou o fato de apenas "ser um investigado", a esposa dele também negou os fatos e disse que "a verdade ia aparecer".
 
A reportagem também tentou contato com o presidente da federação nesta manhã (2), porém, ele não atendeu as nossas ligações.
Entenda o caso
 
A denúncia de estupro foi feita pelos pais da estudante. O fato teria ocorrido em novembro de 2019 durante viagens, no interior de um veículo e também na academia do professor. Ela praticava judô no local desde os 9 anos de idade, segundo testemunhas. Em seguida a descoberta do suposto abuso sexual, a vítima se mudou com a família de estado.
 
Poucos dias depois um boletim de ocorrência com a denúncia foi feito em Colíder, no Mato Grosso, onde atualmente residem os pais da adolescente.
 
"Existe aqui um boletim de ocorrência registrado pelos pais da menina e, como se trata de crimes sexuais, não serão divulgados detalhes. Vou intimar os pais para depoimento e, em seguida, encaminhar tudo para a Polícia Civil de Dourados", afirmou na ocasião o delegado titular de Colíder, Eugênio Rudy.
 
A pena por estupro varia de 8 a 15 anos de reclusão.

    

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