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28/07/2020 | 10:00 - Brasil / Mundo

Relatório avalia resultados de Cooperação Sul-Sul em prol dos direitos de crianças e adolescentes

Foto: Hiller/UNICEF

 
Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) lançaram na sexta-feira (24) documento com Avaliação do Programa de Cooperação Sul-Sul Trilateral (CSST).
 
O programa foi estabelecido para fomentar a cooperação entre Brasil e outros países em desenvolvimento na promoção da equidade para crianças, adolescentes e mulheres. O documento abrange o período de 2013-2018 e servirá como diretriz para planejamento de atividades futuras.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) lançaram na sexta-feira (24) documento com Avaliação do Programa de Cooperação Sul-Sul Trilateral (CSST).
 
O programa foi estabelecido para fomentar a cooperação entre Brasil e outros países em desenvolvimento na promoção da equidade para crianças, adolescentes e mulheres. O documento abrange o período de 2013-2018 e servirá como diretriz para planejamento de atividades futuras.
A iniciativa apoiou 16 países localizados em América Latina e Caribe, África e Ásia, compartilhando a experiência brasileira em áreas como proteção social, proteção da criança, governança local, desenvolvimento na primeira infância, saúde do adolescente e água, saneamento e higiene (WASH – na sigla em inglês). A parceria respondeu ainda a 20 demandas diferentes e promoveu 42 visitas de estudo.
 
A avaliação do programa buscou registrar os resultados e explicar como estes ocorreram e suas contribuições para mudanças estruturais nos processos dos países parceiros. Em um segundo momento, procurou identificar os principais desafios e gargalos enfrentados durante sua implementação e as soluções encontradas.
 
Foram avaliadas a relevância, eficácia e eficiência das estratégias do programa, incluindo a qualidade das suas atividades, bem como sua contribuição para resultados sustentáveis nos países parceiros. Verificou-se também a contribuição do programa em nível nacional, no Brasil, para as entidades implementadoras brasileiras, e dentro do UNICEF globalmente.
 
Com base nas informações coletadas, nos fatos evidenciados e na análise das estratégias, a avaliação também fornece recomendações para a sua próxima fase.
 
Segundo a responsável da área de Cooperação Sul-Sul Trilateral com Organismos Internacionais da ABC, Cecília Malaguti, o documento vai apoiar o esforço de planejamento de atividades futuras da parceria Brasil-UNICEF.
 
“Os resultados e recomendações do relatório final da avaliação estão sendo valiosos para a reflexão e o consequente aprimoramento do planejamento e da implementação dos programas de cooperação Sul-Sul trilateral estabelecidos com o UNICEF, e com os demais organismos internacionais parceiros do governo brasileiro. Os elementos da avaliação já vêm sendo usados pelas equipes da ABC e do UNICEF para pensar a continuidade das atividades da parceria entre 2020 e 2021”.
 
A chefe da área de Políticas Sociais, Monitoramento e Avaliação, e Cooperação Sul-Sul do UNICEF Brasil, Liliana Chopitea, destacou que a avaliação é de grande importância sendo a primeira publicada dessa natureza.
 
“A expectativa é de que as conclusões e as recomendações da avaliação possam servir como insumos tanto para os futuros passos da parceria entre o Brasil e o UNICEF, no âmbito do programa de Cooperação Sul-Sul Trilateral, como para o desenvolvimento dessa agenda no nível global da organização”.
 
Chopitea disse acreditar que as lições aprendidas e apresentadas na avaliação servirão para reforçar a já consolidada parceria entre o governo brasileiro e o UNICEF, assim como os seus mecanismos de implementação, além de informar e inspirar outras iniciativas de Cooperação Sul-Sul em prol dos direitos das crianças e dos adolescentes, no Brasil e no mundo.
 
Programa de Cooperação Sul-Sul Trilateral Brasil-UNICEF
 
O programa busca promover um espaço de diálogo político e técnico entre os países parceiros para discutir políticas relevantes para as crianças, compartilhando e adaptando as experiências, tecnologias e lições aprendidas do Brasil.
 
Procura também apoiar os parceiros na priorização dos direitos das crianças, dos adolescentes e das mulheres, em diferentes esferas políticas, e a sua capacidade de desenvolver ou aprimorar arcabouços legais e institucionais para alcançar resultados sustentáveis para as crianças e os adolescentes menos favorecidos.
 
Busca, por fim, contribuir para defender a agenda dos direitos da criança, reforçando o compromisso político com a promoção e proteção desses direitos e a mobilização de recursos orçamentários e financeiros adequados para sua materialização.
 
 

Fonte: ONU Brasil 

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