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22/01/2020 | 15:01 - Amazonas / Esporte

SESI prepara alunos para natação em águas abertas

Divulgação

“Estou há seis anos nadando e competindo pelo SESI. Ano passado foi a primeira vez que me desafiei a nadar no rio. Comecei pelo Tapajós, por conta da água ser mais clara e eu ainda ter receio de nadar em águas mais escuras, porque tenho medo de algum bicho ou algo assim, mas para este ano já coloquei na minha cabeça que vou superar isso e estarei na etapa aqui em Manaus, nos 2 km”, contou a operadora de Produção da Samsung, Thaynná Corrêa.

 

 

Superação, vida saudável e novos desafios fazem parte da programação oferecida aos alunos de natação do SESI Clube do Trabalhador, que vão participar da principal competição em águas abertas do Norte do país, a Rio Negro Challenge 2020, no dia 3 de maio. Neste segundo ano da competição, a natação tem como meta reduzir os tempos de prova em busca do melhor índice para a categoria mais longa, a Travessia Almirante Tamandaré, com 8,5 km de extensão, também no rio Negro.

“A preparação dos alunos é voltada para águas abertas, discutimos sempre como iremos nos comportar diante das adversidades que possam surgir na prova, como a questão do clima que é um dos motivos para desistência nas provas. Pelo SESI, na última edição, nenhum dos competidores desistiu, o que nos mostra que os treinos estão sendo efetivos para conseguir concluir com êxito as provas”, explicou o professor de natação, Clemilson Oliveira.

Os nadadores Jonathan Silva, 12, Enzo Nunes, 16, Thaynná Corrêa, 25, e Miguel Rego, 55, foram alguns dos medalhistas do SESI na última edição da competição, em 2019, que teve três etapas, duas no rio Negro, em Manaus, e uma no rio Tapajós, em Alter do Chão, em Santarém, no Pará.

Competidor na categoria 55 a 59 anos, o empresário Miguel Rego está na sua quarta participação. Superando desafios, o nadador tem uma vida equilibrada e usa da natação para se manter em forma e com a saúde em dia. Pai de dois filhos, a meta de Miguel para 2020 é reduzir o tempo de prova fazendo o mesmo percurso do ano passado, de 2 km, pelo rio Negro.

“Nunca pensei que eu fosse conseguir participar de maratonas aquáticas, ainda mais no meio do rio. Hoje percebo que o principal dessas competições não é a colocação e sim conseguir concluir a prova e participar, porque é um desafio em vários aspectos, principalmente emocional”, disse ele.

Com os treinos de segunda a sexta-feira e aos domingos, no próprio local onde são realizadas as provas, na Ponta Negra, os competidores do SESI superam seus medos e se preparam para nadar meses antes da prova. O velocista (competidor de piscina) e fundista (competidor de águas abertas), Enzo Nunes, participou das três provas no ano passado, sendo 1º lugar nas duas etapas em Manaus e 2º na etapa no rio Tapajós.

“Para o nadador não importa se ele é fundista ou velocista, o que importa é a resistência e a força, porque exige muito. Os treinos diários aqui no SESI me ajudaram muito nisso, principalmente a trabalhar o psicológico, porque tem que ter um preparo para fazer esse estilo de competição no rio”, relatou Nunes, ao explicar que o impacto para provas nos rios é diferenciado. “A água é mais pesada, tem muito banzeiro e sentimos a diferença logo na hora. Tudo depende do clima do dia”.

Enzo é um dos competidores do SESI que em 2020 irá enfrentar a distância mais longa de prova, Travessia Almirante Tamandaré, com 8,5 km, no rio Negro. O nadador competiu na categoria 3 km nas etapas de Manaus e Alter do Chão.

Para encarar o desafio de sair das piscinas e enfrentar o rio Negro, os competidores Jonathan Silva, 12, e Thaynná Corrêa, 25, não faltam aos treinos diários no SESI. Acostumados com provas de curta distância em piscinas olímpicas e semiolímpicas, eles encararam na última competição 2 km e 1,5 km, respectivamente, em provas nos rios Negro e Tapajós.

“Estou há seis anos nadando e competindo pelo SESI. Ano passado foi a primeira vez que me desafiei a nadar no rio. Comecei pelo Tapajós, por conta da água ser mais clara e eu ainda ter receio de nadar em águas mais escuras, porque tenho medo de algum bicho ou algo assim, mas para este ano já coloquei na minha cabeça que vou superar isso e estarei na etapa aqui em Manaus, nos 2 km”, contou a operadora de Produção da Samsung, Thaynná Corrêa.

SESI

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